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Blog de alesfester
 


Qual o sentido da perda? Continuação

Possuir é uma arma perigosa ou não? À medida que pode trazer bem estar ou sofrimentos! Como pensamos só no bem achando que tudo é lucro! E não pensamos que pode trazer desse lucro do dia para o outro um certo desconforto, frustrações que ninguém quer ou espera receber, ou que acontecerá só com os outros, ou graças a Deus que não foi comico, e se fosse! Até por um motivo necessário para nosso bem espiritual; ih... essa palavra da me cheirando coisa de religião... “Espiritual”. Não, embora evitasse está palavra deste o começo do texto não pôde evitar, agora também logo que eu ouvisse a palavra “espiritual” hoje em dia logo desconfiaria. Como eu disse nos meus tempos de igreja “Renascer, hoje chamada Igreja Evangélica Apostólica Renascer em Cristo” é, esta mesmo queridos amigos, hoje tão conhecida, não pelo seu trabalho evangélico, mas pela vergonha de lideres como Apostolo Estevan Hernandes e Bispa Sônia deram seus “exemplos”, sobre os bens materiais não sendo como os mais importantes. Eles foram presos na alfândega declarando uma quantia falsa, e levando dinheiro na bíblia como se já não bastasse tudo o que eles tinham como riqueza. Desculpe-me se ofendi, não quero interferir na opinião de outras pessoas, deixo aqui que essa é a minha opinião e estou tocando neste assunto por que fiz parte muito tempo dessa igreja, antes dos primeiros escaldá-los que começaram já algum tempo. Acreditando sim ter sido esse período da minha vida a maior experiência e comunhão com as coisas de Deus com o maior respeito, embora pegador, procurei cura para minhas deformações, desejando assim ser melhor como pessoa, melhor com o meu próximo, embora não devemos jogar toda essa responsabilidade para a crença ou igreja a qual pertencemos.

 

 Acredito que a educação religiosa é muito importante e ela pode começar no útero da nossa mãe. Gostaria que as pessoas entendessem que não quero ser categórico nem deixar regras, meu objetivo e pensarmos todos juntos nesse tema relacionado a perdas, independente do mundo lá fora, mas analisarmos como pessoas sobre a perda já que todos de alguma forma passaram por esta situação desagradável. Como está tragédia com as pessoas na Marginal Pinheiros foi o principal foco de discussões, achei assim por minha iniciativa levantar este tema e chamar a atenção de todos para discutirmos sobre nós e qual é a melhor alternativa para solucionar tal problema sério que parte á principio de alguma conseqüência, que é nesse ponto que quero chegar conseqüência esta que resulta em nossos comportamentos, sentimentos, instintos, e emoções, etc. É com desabafo aqui queridos leitores, faço sobre essa questão para meditar com vocês sobre nós mesmos como seres humanos sobre a questão de como encarar as perdas, como reagir, qual o seguimento dessas perdas? Perdas, essas que julgo as mais doloridas quando perdemos alguém que amamos, como a morte, como separar corpo e alma, sentimento, dor e crença. Muitas vezes nos sentimos seguro com o Pai amado, mas não estamos pronto a reações dos nossos sentimentos, egoístas, materialistas, calculáveis.

 

 



Escrito por alesfester às 00h19
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Qual o sentido da perda?

Todos virão através do noticiário as tragédias que aconteceu na Marginal Pinheiros, da linha 4 do mêtro e ficamos perplexo de tanta tristeza, angustia, e dor.

Vidas foram perdidas, corpos sento procurado com esperança de vida sabendo que já naquela altura não haveria mais sobrevivente. Casas demolidas, gente revoltada. A dor da perda.

Acabado as principais prioridades que foram as buscas pelas vidas hoje já se pode então discutir sobre indenizações pelas perdas dos bens morais e materiais com grande fervor, discussões estás que vai além do entendimento das pessoas, afinal quem poderia julgar principalmente a dor das pessoas que ali foram tanto destaques na mídia, justiça é o que mais se quer.

 

Porque estou falando mais uma vez desse episódio tão comentado em toda parte em que as pessoas deram conta da tamanha tragédia, ouvida e assistida pela mídia ou pelo os familiares, e curiosos que queriam ver de perto se era real, tinha que ver pra crer, atrapalhando os trabalhos das equipes do corpo de bombeiros. Eu acompanhei toda a reportagem e confesso que vi da minha forma por todas as perspectivas das mais possíveis de entender tamanhas dores. Chegando em algumas conclusões resolvi então escrever.

 

Como início acima “qual o sentido da perda?” Esse é o principal comentário que resolvi fazer, pedindo licença a todos que por esse motivo sofreram e sinto como muitos a dor o sofrimento que foi e será, ou sempre será no que diz respeito à questão da perda, para mim, chamou mais atenção esse sentimento de sacrifício humano já tão conturbado na nossa história. Uma das principais dificuldades das pessoas hoje em geral inclusive me incluindo sobre esse sentimento que parece só trazer assolação para todos.

 

Será que estamos preparados para tamanho problema no que diz respeito à “perda”? E que podemos sofrer a qualquer momento em nossas vidas, e preparamos para saber se é que pode ser possível nos cuidarmos para que superamos, ainda que a vida não continue?

 

O que devemos combater? Esse male que retrata só destruição e o sentido de impotência diante do inesperado. Pensei comigo várias vezes o que dizer e como dizer, embora não seja fácil escrever ou colocar no papel o sentimento diferente baseando-se no meu como pessoa e gente, analisando, claro os que estão a minha volta. Pensei logo na resposta que veio a mim como consolo deste sofrimento, pensei primeiro qual era a causa exata desse sentimento que gera tamanha conseqüência na gente como pessoa. Lembrei-me do tempo de “Renascer”, quando aprendi ou pelo menos ouvi não sei se ainda aprendi honestamente que: - Não devemos pegar se as coisas materiais, mundanas etc., mas somente a Deus a “Ele tudo pertence” está na bíblia. Com essas palavras achei que era a solução para minimizar a tanta dor, mas isso se deve pelo menos ter em verdade nas nossas vidas, coragem de abrir mão de tudo ou ter coisas e não se deixar ser dono, ser dono sim primeiro de nossos próprios sentimentos e conhecendo-os melhores.

 

Na verdade eu não estou pronto, mesmo, achando em meu caminho a necessidade desta busca de ter ou não ter não levar tão a sério, é claro que com exceção de algumas coisas, por exemplo, coisas essas que são necessárias para viver, substanciais e inegociáveis para vida humana. Se pensarmos as coisas que poderíamos ficar sem outras não seria possível.

 

Essa recordação me deu força me encorajou e parece ter sido um comunicado para mim e para todos por isso que compartilho. Quando conversei com minha esposa sobre os exemplos de Jesus Cristo, comentei: que Cristo não carregava seus pertences onde quer que fosse, não tinha propriedades, imóveis e etc., embora Ele soubesse que, o Pai como o Filho era dono de tudo, “tudo como a terra” que os homens ao invés de cultivá-la semeando, deixou e tornou-a com problemas sérios de mudanças ambientais e climáticas. Imaginei numa frase talvez muito conhecida embora não entendida, que: “Só perde aquele que têm apego às coisas passageiras”.

 



Escrito por alesfester às 00h17
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Como combater a violência enquanto acho que eu mesmo sou incapaz de controlar meus impulsos, vejo tanto questionamentos, enfatizados sobre a questão da paz, promessas e pedidos e melhorias, quanto sinto falta da verdade, essa dura realidade em que vivemos e assim somos: pessoas incapazes de viver a sonhada paz, se assim somos incapazes de perdoar, e aceitar as diferenças dos outros. Não nos conhecemos totalmente, isso não justifica, mas imbrica quanto há dentro de nós o ódio sempre impulsionado por algumas situações em que justificamos, afirmamos nossas próprias razões desta tão pesada sensação que nos pune e devolve com a mesma moeda a violência.



Escrito por alesfester às 03h40
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